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Arquivo : curiosidades

Na Inglaterra, mulher se casa com seus dois gatos; site vende certidão
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Maria Carolina Abe

Barbarella com Spider, um de seus maridos

Barbarella com Spider, um de seus maridos

Após terminar um relacionamento de sete anos, Barbarella Buchner, 48, tomou uma decisão drástica: decidiu se casar. O noivo, ou melhor, os noivos, eram seus dois gatos.

Não se trata de um mal entendido: não eram homens bonitos, “gatos”, mas sim gatos de verdade, da família dos felídeos.

Os escolhidos foram Lugosi e Spider, que ela tinha adotado em 2000.

O casamento aconteceu em 9 de janeiro de 2004, mas as informações só foram divulgadas agora pela imprensa britânica.

Os três passaram a lua-de-mel em Lançarote, nas ilhas Canárias, e a noiva tatuou a inicial dos nomes dos maridos em sua perna.

“Percebi que nenhum ser humano tinha feito ou poderia fazer eu me sentir tão feliz e amada como eles”, disse Barbarella ao tabloide “The Sun”.

Ok, pode parecer exagero, ainda mais se tratando de um tabloide. Porém, fazendo uma simples pesquisa no Google com o nome “Barbarella Buchner”, um dos primeiros resultados é um site chamado “The Mad Cat Lady” –algo como “A Louca dos Gatos”.

O site é dela mesma, e lá ela confirma a história e comemora, finalmente, sua fama.

Aos que pensaram bobagem, Barbarella esclarece que a união é “apenas pura, espiritual, de amor incondicional das duas partes”.

Nascida na Alemanha, Barbarella vive em Londres desde 1984 e pretende continuar por lá com seus maridos.

Em tempo: ela tem também uma gata fêmea, chamada Ruby Akasha, com quem não se casou.

Site vende certidão de casamento

Barbarella, Lugosi e Spider têm até uma certidão de casamento, emitida pelo site “Marry your pet” (Case-se com seu bicho de estimação).

Aos interessados no matrimônio, o site oferece três opções:

– “Simple wedding”: por 10 libras (cerca de R$ 42), você ganha a certidão de casamento;

– “Big wedding”: por 30 libras (cerca de R$ 125), além da certidão, você ganha uma camiseta, que tem o desenho de um coração e a frase “I married my pet” (Casei com meu bicho);

– “Biggest wedding”: por 200 libras (aproximadamente R$ 840), você ganha a certidão, a camiseta e um quadro bordado em ponto cruz com os nomes dos pombinhos e a data do casório.

Certidão emitida pelo site "Marry your pet" para Barbarella, Lugosi e Spider

Certidão emitida pelo site “Marry your pet” para Barbarella, Lugosi e Spider

 

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Na Sibéria, paga o que deve ou os fiscais levam seu gato embora
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Maria Carolina Abe

Fiscais da “Receita Federal” russa conseguiram fazer um morador de Novosibirsk, na Sibéria, pagar 12 mil rublos (cerca de R$ 570) que devia em impostos atrasados. A tática? Ameaçaram confiscar do devedor um gato da raça British Shorthair (inglês de pelo curto), junto com seus três filhotes.

A notícia foi divulgada por agências de notícias russas, como Interfax, Itar-Tass e Moscow Times.

Acima, um gato da raça British Shorthair, como o do caso da Sibéria

Acima, um gato da raça British Shorthair, como o do caso da Sibéria

No apartamento do jovem devedor os fiscais não encontraram nada de valor. O rapaz morava com os pais, ainda estava na faculdade e não tinha renda fixa.

“Então, um dos fiscais percebeu o gato bonito que o devedor estava segurando em seus braços, e três filhotes de gato inglês de pelo curto que estavam correndo pela casa”, segundo a agência Interfax. “Como os animais têm pedigree e são caros, o oficial decidiu apreendê-los.”

Rapidinho, o rapaz apareceu com o dinheiro e pagou o que devia, segundo a agência.

Não se trata de um caso isolado na Sibéria, ao que parece. Em outra situação, na região de Tomsk, fiscais teriam levado quatro gatos da raça Scottish Fold (dobra escocesa) após descobrirem que uma ex-empresária devedora não tinha outros bens. Ela conseguiu pagar a dívida e reaver os felinos, informa a agência Itar-Tass.

Em Krasnoiarsk, um homem que devia 20 mil rublos teve apreendidos uma gata da raça British Shorthair, chamado Yasmin, e um coelho de estimação, segundo a agência Interfax.

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Marca americana lança vídeo mostrando como seria a ceia dos bichos; assista
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Maria Carolina Abe

A norte-americana Freshpet, que fabrica comidas “naturebas” para bichos, divulgou na internet um vídeo mostrando como seria uma ceia entre os animais.

São 11 cachorros e 1 gatinho, que aparecem sentados à mesa, com seus rostos originais, mas braços de pessoas. Eles representam diferentes membros da família: tem o adolescente mexendo no celular, o tio beberrão, a tia estranha, um roubando comida do prato do outro, o outro lambendo os dedos, a outra roubando um garfo… e por aí vai.

Em quatro dias, o vídeo teve mais de 2 milhões de acessos. Assista.

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SP adapta loja que aluga carinho de gatos e faz 1º cat café com ‘aquário’
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Maria Carolina Abe

Capuccino, o gatinho da raça Ragdoll, "despreza" os clientes do café e se espreguiça em sua confortável cama verde

Mocaccino, da raça Ragdoll, “despreza” os clientes do café e se espreguiça em sua confortável cama

Os cat cafés são moda no Japão faz tempo, e começaram a se espalhar pela Europa e EUA mais recentemente. São lugares aonde os clientes vão não por causa das bebidas e quitutes, mas sim para brincar e fazer carinho nos gatinhos.

Esse tipo de negócio acaba de desembarcar aqui no país, mas adaptado com o tradicional “jeitinho brasileiro”. Como as regras de Vigilância Sanitária não permitem animais junto com a comida, a solução foi criar uma espécie de aquário para os gatos.

“Num primeiro momento, quando soube dessa restrição, fiquei bem desanimada. Mas, depois, pensei: tem restaurante que tem aquário. Então, vou fazer um aquário para gato”, conta Fabiana Ribeiro, dona do Café com Gato.

O café fica em Sorocaba, a 87 quilômetros de São Paulo, e começou a funcionar em maio deste ano, todos os dias, das 7h30 às 21h30.

São seis os gatos por ali: Espresso (vira-lata), Milk (da raça Sphynx), Chocolate (Maine Coon), Mocaccino (Ragdoll), Capuccino (Bengal) e Chantilly (Persa). Fabiana conta que descartou a ideia de ter gatos para adoção para evitar a rotatividade de animais e prevenir doenças.

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Todos juntos para o almoço: Espresso, Milk, Chocolate, Mocaccino, Capuccino e Chantilly

Os bichanos ficam em um espaço de 36 metros quadrados, que inclui uma sala fechada e um corredor ao ar livre, coberto com tela, onde eles podem tomar sol. A decoração é adaptada aos hábitos felinos, com várias prateleiras.

Um vidro separa a sala dos gatos do ambiente do café, e os clientes podem ficar apreciando os gatinhos enquanto comem, mas não há nenhum contato entre eles –só visual mesmo. “A gente atrai tanto quem gosta como quem não gosta dos gatos”, diz.

Fabiana conta que, no fim das contas, acabou preferindo essa separação. “Seria muito estressante para os gatos.” Ela diz que uma garotinha tentou até suborná-la com sua mesada, na tentativa de entrar na sala dos gatinhos, mas a oferta não colou.

Os bichos de raça foram comprados de criadores registrados. Todos são castrados e têm visita de uma banhista uma vez por semana, além de acompanhamento veterinário.

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Os bichanos têm um espaço de 36 metros quadrados; a decoração inclui várias prateleiras

E pra comer?

O café serve salgados (inclusive veganos, sem produtos de origem animal), bolos, tortas, lanches, saladas e massas.

Há algumas opções curiosas, como pão de queijo com Nutella e coxinha de jaca (o recheio é feito de jaca verde, mas fica parecendo palmito).

Em vez de cardápio de papel, o cliente recebe um tablet, onde registra seu pedido e tem acesso à conta, agenda do local e informações sobre a casa.

No fundo do café, Fabiana criou uma butique só com produtos para gatos ou para quem gosta deles –os chamados “gateiros”.

Fabiana Ribeiro largou emprego, vendeu carro e casa para abrir o café

Fabiana Ribeiro largou emprego, vendeu carro e casa para abrir o café

Largou tudo

“Abri mão de tudo: casa, trabalho, salário bacana, carro 0 km”, conta Fabiana.

Ela largou o emprego na área de compras em uma multinacional, vendeu a casa e o carro, e investiu R$ 300 mil no local, com reforma, compra de equipamentos e de estoque.

Entre a ideia e a inauguração, passaram-se 1 ano e 1 mês. O mais difícil, segundo ela, foi achar o ponto certo e alugar a casa –levou sete meses.


Pode, Arnaldo?

Estive no local num fim de semana e achei que os gatos estão muito bem. O espaço e o tratamento dado a eles me pareceram bastante adequados, e Fabiana gosta dos bichos –e eles, dela. Mesmo assim, procurei a opinião de ativistas de proteção aos animais.

Uma ONG de Sorocaba é a Fundação Alexandra Schlumberger. Falei com a fundadora e presidente da entidade, Eliana Allegretti. Ela disse que fez questão de conhecer o local quando foi inaugurado e virou freguesa. “Como defensora da causa animal, mãe de muitos gatos, 30 anos nesse ramo, não tenho nada contra nem que possa desabonar o local”, afirma. “Eles vivem muito bem, não ficam expostos, têm uma proteção de vidro, têm um verdadeiro playground, veterinário…”.

A ONG também é parceira do Café com Gato, que ajuda a divulgar campanhas de adoção de animais e de arrecadação de fundos, além de doar o dinheiro das notas fiscais paulistas sem CPF.

A Comissão de Defesa Animal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Sorocaba também esteve no Café com Gato e conversou com a dona do estabelecimento. A presidente da comissão, Ilka Sonia Micheletti, presidente da Comissão de Defesa Animal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Sorocaba, diz ter verificado que há lugar para os gatos tomarem sol, ração ‘da melhor qualidade’ e veterinário responsável. Afirmou que ainda é “prematuro se dar um aval de imediato sobre esse comércio”, mas disse que estão “acompanhando”.

Por outro lado, há quem critique o fato de parte dos gatos presentes no café serem de raça. É o caso da médica veterinária e gerente de programas veterinários da World Animal Protection, Rosângela Gebara. Ela não esteve no local, apenas viu fotos enviadas por mim por e-mail. “Comprar gatos não soa bem para quem gosta de gatos. (…) Ela não me parece uma gateira genuína. Até porque quem gosta de gato prioriza a adoção, em vez da compra de raças definidas”, disse. “Não é legal também quando você usa os animais como item de decoração, como um plus para atrair clientes. São seres vivos, têm necessidades.”

Serviço

Café com Gato
Horário: diariamente, das 7h30 às 21h30, inclusive domingos e feriados
Av. Pereira da Silva, 866, Sorocaba (SP)
Telefone: (15) 3326-0658
www.facebook.com/cafecomgatosorocaba

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Em Cuba, até raça de cachorro sofreu com embargo
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Maria Carolina Abe

Luke, da raça Bichon Havanês, nasceu no Brasil e é neto de uma cadela que veio de Cuba

Luke, da raça Bichon Havanês, nasceu no Brasil e é neto de uma cadela que veio de Cuba


Pequeno, carinhoso, saltitante e com longos pelos, o Bichon Havanês já foi considerado o cão nacional de Cuba e a única raça nativa da ilha.

O cãozinho tem pelagem farta, leve e macia, comparável a fios de seda, que funciona como uma capa para proteger do sol. Ele é uma mistura de duas outras raças: “Blanquito de La Havana” (Branquinho de Havana), que desapareceu, e Poodle.

Segundo estudiosos, o Bichon Havanês se popularizou em Cuba no século 18. Por sua beleza, tamanho e por ser extremamente dócil, virou mascote da alta sociedade.

Com a Revolução Comunista liderada por Fidel Castro, a história do cachorrinho sofreu uma reviravolta. Em meio ao embargo à ilha, os criadores desapareceram e poucas famílias conseguiram manter seu cãozinho. A raça foi excluída de concursos e deixou de ser preservada. Aos poucos, foi desaparecendo do país caribenho.

Por outro lado, seus descendentes proliferaram nos Estados Unidos. Alguns criadores, ricos, fugiram de Cuba para os EUA na época da Revolução. Diz a lenda que conseguiram levar consigo apenas 11 exemplares do Bichon Havanês. Eles foram se reproduzindo, reproduzindo, reproduzindo, e deram origem a todos os que existem hoje em território norte-americano. Atualmente, o Bichon Havanês é um dos cães mais populares em Nova York.

Um cachorro pra chamar de seu

A origem cubana do Bichon Havanês é reconhecida pela American Kennel Club, a entidade dos EUA que estabelece padrões para cada raça. Já o órgão mundial, a Fédération Cynologique Internationale, afirma que o cão teve origem na região do Mediterrâneo, e que Cuba foi somente um local de desenvolvimento.

Pode parecer bobagem, mas o assunto ganhou grandes proporções. Virou tema de destaque no principal periódico do país, o jornal estatal “Granma”. “(…) tirou de Cuba o patrimônio de sua única raça genuína (…). Desde então, defensores trabalham para recuperar o reconhecimento perdido”, afirma o jornal, em reportagem de 12 de novembro.

O fim do embargo à ilha deve acelerar um novo capítulo na história do animal. Em 1991, um grupo de criadores cubanos começou um programa genético para popularizar novamente a criação do Bichon Havanês. A esperança deles é que, no Campeonato Panamericano em 2015, consigam recuperar o status que o cão já teve um dia: uma raça originalmente cubana.

Chiquinho Scarpa aprova

O empresário Chiquinho Scarpa é um dos mais famosos proprietários de cães da raça Bichon Havanês no Brasil. São dois cãezinhos que atendem pelo nome de Filomena Leopoldina Nicolau Scarpa e Pacheco Pafúncio Nicolau Scarpa.

Os animais costumam aparecer nas fotos que o conde publica em sua página no Facebook.

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Filomena Leopoldina Nicolau Scarpa e Pacheco Pafúncio Nicolau Scarpa, no Facebook do conde

 

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Loja nos EUA vende roupa igual para o cachorro e para o dono
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Maria Carolina Abe

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Suéter de lã da American Eagle

Tudo começou com uma brincadeira de 1º de abril: vista-se igual ao seu melhor amigo. O cachorro, claro.

A marca norte-americana American Eagle Outfitters divulgou a “mentirinha” para arrecadar recursos para a Sociedade Americana de Prevenção à Crueldade contra Animais (ASPCA, na sigla em inglês).

A reação do público surpreendeu, e a marca decidiu embarcar na brincadeira.

“Tivemos uma reação enorme à nossa piada de 1º de abril, e nossos clientes deixaram claro seu desejo de que esse produto virasse realidade”, conta Michael Leedy, diretor de Marketing da empresa. “Foi muito divertido”, diz.

Neste fim de ano, lançou uma coleção especial limitada chamada American Beagle Outfitters, em referência à raça de cachorros.

São suéteres de lã, casacos acolchoados e gorros, tudo de frio, porque agora é inverno nos EUA. Os preços das roupas para os cães variam de US$ 9,71 (gorro) a US$ 29,96 (a roupinha de lã).

Ficou interessado? A loja faz entregas no Brasil, ao custo de US$ 50 por compra, além de impostos e taxas por conta do cliente.

Roupa + cachecol

Outra loja dos EUA, a Uncommon Goods, tem uma opção semelhante: roupinha de lã para o cão combinando com cachecol para o humano. Custa US$ 68. Para entregar no Brasil, sai por US$ 211,79, incluindo frete e impostos.

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Na Uncommon Goods, roupa para o cão combinando com cachecol do dono

Bolsa de luxo

A loja italiana de acessórios de luxo Forzieri tem uma coleção de bolsas para cachorros.

Na verdade, a pessoa compra uma bolsa de luxo e ganha uma réplica em miniatura para o cachorro. “O acessório pode ser colocado na coleira”, diz o site.

Serviço:

American Eagle: ae.com

Uncommon Goods: uncommongoods.com

Forzieri: forzieri.com

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Gato comilão causa prejuízo de quase R$ 3.000 em peixaria na Rússia
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Maria Carolina Abe

Um gato entrou na prateleira de uma peixaria no aeroporto de Vladivostok, na Rússia, se refestelou e depois desapareceu, disse um funcionário da loja à agência de notícias russa Itar-Tass.

Entre o que ele comeu e o que teve que ser descartado, o desfalque foi estimado em 60 mil rublos (cerca de R$ 2.750).

Imagens de câmeras de segurança da loja mostram o comilão andando pelos pacotes e comendo salmão defumado e lula.

Segundo a assessoria de imprensa do aeroporto, não são permitidos animais no local, mas o bicho pode ter fugido do dono.

“O gato sumiu. Nós vimos ele ontem, mas hoje ele desapareceu. Não temos a menor ideia de onde veio e onde está agora”, disse um representante de segurança do aeroporto à agência de notícias.

O diretor de um teatro de gatos em Moscou se prontificou a bancar o prejuízo e adotar o gato, se ele for encontrado.

Quer assistir ao banquete? Clique abaixo. As imagens foram feitas com um celular.

Gato comilão causa prejuízo de quase R$ 3.000 na Rússia

Veja os bichos que foram notícia nesta semana

Veja Álbum de fotos

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